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Quando fiz a inscrição para participar do TEDx SP, há algumas semanas, confesso que não tinha ideia do que esperar. Eu e o Fe sempre vamos a palestras e gostamos de ouvir o que os outros tem a dizer, não deixaríamos de ir, mas o TEDx me surpreendeu.

A começar pela organização. Mal dava para acreditar que nenhuma pessoa pagou para estar ali e estávamos todos sendo tratados como parte única daquela pequena e notória multidão. Dava para sentir o respeito e a admiração que partia de cada um e atingia todo mundo, sem importar se estava se veio de carro do sul do país ou pedalando lá de longe, do nordeste (não digo por exagero, posso afirmar que alguém de lá já fez ou está planejando fazer algo assim).

Pensar que até a semana passada nem sabia dizer exatamente quem eram os palestrantes. Resumia tudo dizendo que era um monte de gente que pensa diferente.

Quase acertei.

Eles não apenas pensam, fazem e fazem bonito. Desde de Vitor Araújo, pernambucano (de 20 anos!) que tocou piano às 8h da manhã até os organizadores reunidos no palco e o champagne com direito a dança me provocaram. Passando pela Dona Adozinda, que fez todo mundo chorar ao descrever o que é ser um professor da maneira mais linda do mundo, e Guti Fraga, que acabou com a platéia ao fazer cair a ficha de que nãosomos tão pequenininhos quanto achamos pra esse mundo de coisas a serem feitas a espera de alguém que abrace.

O parte mais doida é que cada pessoa que subia ao palco parecia descobrir um pedacinho de mim. Talvez por meus pais serem nordestinos, ou por que moro em São Mateus. Mais, por ter trabalhado em uma escola no meio da favela e ter visto de perto como aquelas crianças precisam de boa educação. E ainda Augusto de Franco, que falou/questionou sobre assuntos sobre os quais me interesso imensamente e que quando terminou, percebi que era apenas um começo.

Eu vi que tem uma galera que está fazendo acontecer e de todas as sensações que descobri durante o dia, a mais forte foi a de querer fazer parte disso.

Eu só tenho a agradecer pelo furacão que foi o TEDx.

Fotos: flickr Moreno Barros


Para Tony e Daphne fotografar era apenas filme, química e papel. Mudaram de idéia mas a proposta ficou. Luck us.


Sofia Coppola


Leif Podhajsky trabalha no estúdio de design AND, Australia.


Uma mistura de Stanley Kubrick, imagens de livros velhos, Dan McPharlin, uma holga, Charley Harper, revistas antigas e uma polaroid. O resultado é o trabalho incrível desse cara.

Mark Weaver tem 27 anos e mora em Boston, Massachusetts. Usa um óculos grande e camisa xadrez. Tem uma esposa, a Jessie, e um cachorro, o Sgt. Pepper. Cria de uma forma bem simples com um scanner e um mac.

Objetivo de seu trabalho? dizer algo legal como em "Make Something Cool Every Day", apenas fazer algo diferente e estranho ou simplesmente dar um novo significado [e vida] às velhas imagens. E ele consegue.


Léon Gimpel

Francês pioneiro da fotografia colorida. Grande parte de suas maiores fotos são datadas antes da déc. de 20 do século passado (!). Registrou a belle epoqué de [muito] perto e tinha um gosto especial por balões e dirigíveis. Morreu em 1948 em Sérignac-Meyracq. Visionaire, eu diria.



engana-se quem pensa que essas fotos tem a intenção de vender os carros utilizando-se de mulheres bonitas (assim como funciona agora, mas com menos roupas). Estas fotografias foram tiradas em Novembro de 1957 para uma revista feminina, associando mulheres bonitas a modernidade sem necessariamente dirigem uma empresa. acho curioso.

Fotos de John Rawlings.
 
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